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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

LUTO:Ator de "Spartacus", Andy Whitfield.

Andy Whitfield, a estrela de 39 anos da série "Spartacus: Blood and Sand", morreu neste domingo (11) em Sydney, na Austrália. Seu agente, Sam Maydewm disse que Whitfield sofria de de um linfoma não-Hodgkin.
Vashti Whitfield, sua esposa, fez um comunicado dizendo que o marido era um "guerreiro jovem e belo", que morreu em uma "manhã de Sydney ensolarada" nos "braços de sua amada esposa."
Whitfield --que nasceu no País de Gales e viveu na Austrália-- era um desconhecido quando foi escolhido como o herói protagonista de "Spartacus", uma série da rede Starz que fez sucesso com sua violência gráfica e sexualidade.
 Whitfield estava se preparando para a segunda temporada, quando foi diagnosticado com câncer há 18 meses. Em janeiro, a rede anunciou que um outro ator australiano, Liam McIntyre, iria assumir o papel. O câncer do ator é do mesmo tipo que o do ator brasileiro Reynaldo Gianecchini. A diferença é que o tipo de Whitfield era o B, considerado mais tratável e menos agressivo.
Fonte:UOL

domingo, 13 de março de 2011

Homenagem - Truman Capote


Truman Capote morreu por causa de seu vício por álcool e barbitúricos. Sua vida foi tão polêmica como grandes foram suas obras. Pai do romance de "não-ficção", ele criou um novo gênero literário. Algumas de suas obras foram levadas para o cinema. Capote também possuía uma língua afiada e provocativa, além de uma imagem de escritor maldito.

Ele morreu em 25 de agosto de 1984, em Los Angeles, cidade dos EUA que detestava. O famoso escritor estava hospedado na casa de sua amiga, Joanne Carson, onde dormiu seu último sono, a um mês de seu 60º aniversário

A causa da morte foi ingestão de barbitúricos. Capote consumia álcool e drogas há muito tempo e isso o conduziu à morte. Ele criou até um "cocktail Capote", o nome da mistura de álcool e barbitúricos que inventou.
Sua decadência começou depois da publicação do romance "A sangue frio", lançado em 1965 e com o qual ganhou muito dinheiro e sucesso. Sua vida se tornou cada vez mais frívola, cheia de festas. A partir de então, passou a escrever menos livros.

Capote gostava de dizer que tinha muito dinheiro. Ele se cercou de luxo. Tinha três mansões: uma em Nova York, outra em Long Island e mais uma na Suíça. Soube se dar uma vida de prazer. O consumo de álcool o levou a ter muitos problemas pessoais, além de outros com a polícia, que o deteve várias vezes por dirigir bêbado.

Truman se tornou freqüentador assíduo da célebre boate Studio 54. Mas também foi um grande anfitrião. Famosas se tornarm suas disputadas e caríssimas festas freqüentadas pela alta sociedade nova-iorquina.

O escritor sempre quis ser famoso e adorava sair em capas de revistas e aparecer na televisão, meio que o ajudou a se tornar uma lenda. Além disso, ele sempre esteve acompanhado de belas mulheres. Uma de suas companhias favoritas era Marilyn Monroe, sobre quem, numa ocasião, disse: "É a bondade em pessoa".
Mas nenhuma dessas mulheres, apesar da admiração que sempre teve por elas, ele chegou a namorar. A razão: não gostava de mulheres, mas de homens. O escritor nunca escondeu sua homossexualidade. Pelo contrário, defendeu sua orientação sexual na televisão e participou de várias manifestações em prol dos direitos dos gays. Seu companheiro sentimental foi Jack Dunphy, a quem enganou com outros amantes, mas com quem viveu por 25 anos.
 
Frases famosas

O autor de "A sangue frio", Capote foi autor de escandalosas e provocativas frases.

Sobre sua vida:
"Não sou um santo. Sou um alcoólatra, um drogado, um homossexual e um gênio. Certamente, poderia ter sido todas essas quatro coisas e ter continuado sendo um santo".

"Só direi que não sou uma pessoa feliz. Só os imbecis ou os idiotas são felizes".

Sobre seu sucesso como escritor:
"Eu tinha que alcançar o sucesso o mais rápido possível, as pessoas como eu sabem sempre o que querem. A maioria das pessoas passa a metade de sua vida sem chegar a saber o que querem. Eu nunca pensei em trabalhar em um escritório nem nada parecido. Poderia ter sido bem-sucedido em qualquer coisa, mas sempre soube e quis ser escritor e me tornar rico e famoso".

"O que Mae West é para as tetas e King Kong para os pênis, eu sou para as letras norte-americanas".

"Quando envio um manuscrito para o editor tenho certeza de cada palavra. As palavras sempre me salvaram da tristeza".



 Fonte:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u142.jhtm


domingo, 11 de outubro de 2009

Homenagem - James Whale

James Whale (22 de julho, 1889 – 29 de maio, 1957) foi um cineasta britânico radicado nos Estados Unidos da América, melhor conhecido pelo seu trabalho em filmes de horror bastante populares, principalmente Frankenstein (1931), A noiva de Frankenstein (1935) e O homem invisível (1933).


James Whale nasceu em Dudley, Inglaterra, como o sexto de um total de sete filhos de um metalúrgico e de uma enfermeira. Ele não era muito forte para trabalhar na indústria como seus irmãos mais velhos, então arranjou um emprego de sapateiro. Ele tinha algum talento como compositor e usou essa renda extra para pagar seus estudos na Escola de Artes de Dudley (Dudley School of Arts and Crafts).



Ele morou com o produtor David Lewis que divulgou a curta nota de suicídio de Whale em 1987. Whale estava com depressão e se suicidou em sua casa na Califórnia, ao se afogar na piscina, em 29 de maio de 1957, com 67 anos de idade.



Whales e Ian Mackellen que o reviveu no cinema


Whale é mencionado na novela Father of Frankenstein de Christopher Bram que foi adaptada para o filme Gods and Monsters (1998). Este filme, que venceu o Oscar de melhor roteiro adaptado, teve Ian McKellen interpretando o cineasta. Biografias de Whale foram escritas por Mark Gatiss (James Whale: A Biography ou James Whale: the Would-Be Gentleman) e James Curtis (James Whale: A New World of Gods and Monsters).


No filme Gods and Monsters, Whale é mostrado como abertamente homossexual, além de destacar seu trabalho como pintor amador, sua saúde e estado mental debilitados, além da sua condição emocional. Uma estátua em sua homenagem foi erigida em 2002 na cidade natal de Dudley. A obra reproduz um rolo de filme com o rosto de Frankenstein, sua realização mais famosa.


O criador e a criatura( Whales nas filmagens)

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Whale